Tudo o que você precisa saber sobre Disaster Recovery

Um desastre, independente de sua origem, é uma situação que nenhuma empresa quer enfrentar. Problemas com equipamentos e infraestrutura da rede podem ocasionar prejuízos enormes, que chegam à casa dos milhões de reais.

Falhas e vulnerabilidades são pontos fracos que toda empresa precisa encarar, independente do segmento e tamanho. A grande questão dentro desse assunto, é a maneira como esses riscos e vulnerabilidades são tratados. E aqui entra o Disaster Recovery.

Ao longo deste artigo, buscamos descrever tudo que você precisa saber sobre Disaster Recovery, abordando o que é um “DR”, quais os motivos que levam empresas a buscarem uma solução de Disaster Recovery, tipos de ameaças existentes e como combatê-las. Boa leitura!

O que é um Disaster Recovery?

O termo Disaster Recovery (ou Recuperação de Desastres, em tradução livre). Refere-se a um conjunto de estratégias e métodos aplicados pelas empresas em momentos de incidentes, falhas em equipamentos, desastres ambientais e crimes cibernéticos, de modo a estabelecer a continuidade das operações e reduzir o impacto negativo. Ou seja, trata-se de uma ação proativa para evitar eventuais problemas.

Quais motivos levam empresas a buscarem uma solução de Disaster Recovery?

Para entender como o Disaster Recovery pode ser útil para o seu negócio, é necessário esclarecer algumas das principais e mais comuns ameaças que podem atingir o setor de TI. Dentre elas:

Falhas no equipamento:
Por mais avançado que seja um equipamento, ele está sujeito às falhas.

O sistema em questão pode passar por travamentos, panes e peças quebradas ou queimadas e nesses momentos, o resultado normalmente é sempre o mesmo: se um equipamento falhar, as operações ficarão suspensas até que o problema seja resolvido.

Assim nasce uma corrente de problemas começando pela paralisação dos serviços, que demanda um investimento de tempo e dinheiro para a realização de consertos, gerando atrasos nos fluxos de trabalho e nas entregas, resultando na perda de dinheiro e redução da credibilidade para com os clientes.

Ou seja, uma interrupção como essa é extremamente prejudicial para os negócios.

Queda de energia:
As causas para uma queda no fornecimento de energia elétrica podem ser as mais diversas. Pode tanto ser algo local, como um curto-circuito ou um evento que atinge todo um bairro, cidade ou região.

Este também é um dos riscos que existem em qualquer empresa e além da interrupção das atividades, também pode ocasionar a queima de equipamentos e a chance de ocorrer a perda de importantes dados e informações de negócios.

Crimes cibernéticos:
Mesmo com todos os cuidados de segurança, falhas e vulnerabilidades são descobertas a todo instante nos mais diversos sistemas operacionais e softwares utilizados pelas empresas.

Hackers mal-intencionados podem aproveitar estas brechas para atacar toda a rede de uma corporação. Ataques estes que possuem diferentes objetivos, como o roubo de informações ou o pedido de resgate, como acontece com os ransomwares.

Impactos ambientais:
Imagine a situação: uma organização ou uma casa que fique próximo ao seu negócio pega fogo e consequentemente sua empresa é afetada, grande parte de seus equipamentos é destruído, computadores, servidores locais, todos os dados de seus clientes e informações de desempenho se vão.

É para evitar todos esses tipos de perda que o Disaster Recovery entra em ação. Graças a ele, diante de imprevistos e falhas, a operação da organização segue funcionando sem grandes impactos.

Quais as melhores práticas para adoção do plano de Disaster Recovery?

Agora, vamos conhecer algumas práticas importantes para adotar na definição do Plano de Recuperação de Desastres.

Ter novas formas de Backup
Manter uma boa política de backup é indispensável para garantir que, em caso de imprevistos, suas informações estejam bem guardadas e possam ser recuperadas.

O backup em nuvem é uma das opções mais seguras e econômicas para as
empresas e oferece diversas vantagens em relação ao backup feito localmente.

Algumas dessas vantagens são a maior rapidez para recuperar os dados, a maior segurança oferecida pela tecnologia em nuvem e a possibilidade de contratar mais espaço de armazenamento sempre que for necessário.

Adote um modelo de governança de TI mais adequado
É preciso definir uma governança de TI conforme as necessidades de
sua empresa para que os riscos sejam reduzidos e sua equipe de TI saiba como lidar com eles.

Para isso, você deve identificar todas as ameaças que possam comprometer seus dados, adotar medidas preventivas e decidir como agir caso algum problema aconteça.

Dessa forma, a eficiência dos serviços de TI será otimizada e ficará mais fácil tomar decisões em caso de imprevistos.

Estudo para levantamento do tempo de recuperação
É muito importante realizar um estudo de levantamento do tempo de recuperação durante um Plano de Disaster Recovery. É fundamental que a estimativa de tempo para voltar todo um sistema degradado seja o mais precisa possível, pois caso ela seja calculada de forma incorreta, em uma situação emergencial só será possível recuperar parcialmente os sistemas. 

Além disso, quando o cálculo não é feito da maneira correta, o retorno do backup atrasa e na maioria das vezes é necessário escolher o que é mais urgente para voltar antes, em vez de recuperar os sistemas por completo. Por isso, conhecer os processos é muito importante para calcular corretamente a estimativa do tempo de recuperação em caso de desastres.

Contratar uma empresa especializada
Planejar uma estratégia de Disaster Recovery internamente pode ser uma tarefa complicada, principalmente para as pequenas e médias empresas, já que envolve muitos investimentos e uma grande dedicação e experiência do time de TI.

Para que as atividades do negócio não sejam interrompidas em caso de desastres, é preciso que haja uma redundância na infraestrutura de TI para que, quando o servidor da empresa cair, haja outro pronto para substituí-lo. Para conseguir essa redundância, é necessário ter servidores extras, o que pode gerar custos desproporcionais à realidade de muitas organizações.

Benefícios de possuir um Disaster Recovery

Redução de custos
A recuperação de dados por meio do armazenamento em nuvem tem como um dos grandes benefícios a economia para a empresa. Os backups que necessitam de servidor são mais caros, pois, além do consumo de energia, também precisam de manutenção e atualizações constantes.

Com uma estratégia bem feita de Disaster Recovery e as soluções em nuvem, a organização paga somente o que for usado e ainda conta com a facilidade de aumentar o serviço quando necessário!

Segurança de que os dados do seu negócio estão salvos
Contar com um plano de Disaster Recovery para a sua empresa garante a você a segurança de que todos os dados coletados e armazenados no decorrer dos anos de sua empresa não se percam do dia para a noite por conta de um acontecimento que independe das medidas preventivas tomadas.

Isso porque este plano, certamente, acompanha um backup contínuo e em nuvem, de todos os dados cadastrados em seu software. Dessa forma, mesmo que hardwares sejam perdidos ou alguma pane ocorra, você poderá se assegurar de que todos eles estarão disponíveis para consulta quando tudo estiver resolvido.

Organização dos processos da empresa

Outro benefício, decorrente à segurança propiciada por ter um plano reativo, é assegurar que os processos da empresa permanecerão organizados, independentemente do ocorrido. Afinal, todos os dados estarão salvos em nuvem e por isso, não será necessário reorganizar rotinas para alinhá-los ou mesmo tentar compreender o ocorrido em períodos recentes para direcionar as atividades da empresa.

Garantia de que a operação de seu negócio não será interrompida

Assim como os processos permanecerão organizados, um plano de Disaster Recovery garante que a operação de seu negócio não será cessada ou interrompida pela falta de acesso aos dados, ou mesmo de infraestrutura. Principalmente quando toda a operação é realizada com um software em nuvem, já que a reposição de infraestrutura de hardware é consideravelmente ágil quando comparado a uma necessidade de reestruturação de processos de operação ou de organização de software. Desta forma, a sua empresa permanece em atividade, garantindo a lucratividade.

Certamente, é melhor prevenir do que remediar. Mas em caso de desastres conte com uma segurança que não deixará que seus negócios sejam prejudicados!

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